Bruna Barbosa explica: por que você nunca deve assinar um TAC sem estratégia
O Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) não é um documento qualquer. Quando uma empresa recebe uma proposta de TAC, o empresário precisa compreender exatamente quais obrigações está assumindo e quais serão os efeitos desse compromisso no futuro.
Diferentemente de uma sentença judicial, que pode ser discutida e modificada por meio dos recursos cabíveis, um TAC assinado passa a vincular a empresa aos compromissos assumidos e pode produzir efeitos por muitos anos.
Por isso, pressa, medo e pressão nunca devem conduzir essa decisão.
Antes de assinar, eu considero indispensável analisar cada obrigação prevista no documento, os impactos sobre a operação da empresa, as multas estabelecidas em caso de descumprimento e, principalmente, se aquilo que está sendo exigido poderá ser efetivamente cumprido na rotina.
Um TAC mal negociado pode limitar seriamente a estratégia de defesa da empresa e transformar uma decisão tomada em um momento de pressão em um problema duradouro.
Minha orientação é objetiva: TAC não é documento para simplesmente assinar. É documento para analisar, compreender e negociar estrategicamente antes de assumir qualquer compromisso.
Autoria de Bruna Barbosa por WMB Marketing Digital
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